As voltas que a vida dá...

Enfim, voltei. Sem expectativas, sem falsas esperanças. A esta hora já ninguém me lê. Por duas razões. Primeiro, porque me parece claro que o auge da blogosfera já foi atingido. Em segundo, porque me perdi no tempo. Eu próprio já não me recordo da última vez que escrevi (quanto mais vocês).

Regresso por uma razão muito simples: ainda aqui estou (e essa é a melhor notícia que tenho para vos dar). Nos últimos meses vivi ao ritmo de uma rotina com poucos afazeres. Continuei a praticar desporto (correr faz tão bem), a namorar (a melhor distracção do mundo quando o clima é perfeito) e, por incrível que pareça (ou não), a esmorecer face às poucas perspectivas de futuro neste país à beira-mar plantado.

Ideologicamente, a decisão que tomei em estudar comunicação social foi acertada. Objectivamente, foi um desastre. Se me tivesse apaixonado verdadeiramente pela área seriam grandes (pelo menos seria o expectável) as chances em ser feliz. Mas não me apaixonei e a verdade é que sigo num caminho de incertezas.

E agora, perguntam vocês?

Agora, esqueço o passado, concentro-me no presente e tento desvendar um final feliz para esta história. Até lá, tudo continuará nublado, cinzento de mais para quem um dia sonhou ter estabilidade profissional.

Segunda-feira apresento-me na...


É lá que começo o meu trajecto (de sucesso, espero).

In extremis...


Pondero seriamente a criação de um novo blogue e a extinção do Like a Tree. O objectivo é criar um espaço que retrate as peripécias de um jovem à procura de primeiro emprego.

Mais novidades, em breve!

Ausente aqui, presente aí...

A pedido de muitas famílias, I'm back. Vou explicar porque não tenho escrito muito. Podem não acreditar, mas o facto de escrever no trabalho desmotiva-me a fazê-lo em casa. Desse modo, tenho deixado o blog um tanto ou quanto de parte.

Por outro lado, estou numa etapa da minha vida pautada por mudanças. Estou a trabalhar (antes limitava-me a ir todos os dias para a escola), a namorar (até há bem pouco tempo, a realidade era bem distinta). Certo é que na vida a lista de prioridades vai-se alterando. Umas vezes dedicamos a nossa atenção a 'isto', outras 'àquilo'.

Essa será a grande razão para que gradualmente viesse a pôr lado o Like a Tree. E se isso aconteceu no meu caso, outros casos há em que acontece o contrário, ou seja, a malta começa a dedicar-se à blogosfera. O que sei é que sem vocês, nada do que construí neste espaço teria sido possível. Foram vocês os grandes responsáveis pelo ímpeto que a determinada altura se fez sentir neste blog. Não digo que vos vá abandonar, mas sinto que irei passar a escrever com menor frequência...pelo menos, enquanto esta fase perdurar.

Quanto à vida, uns dias bons, outros menos bons. Sempre assim foi, sempre será! É esse o nosso destino...desfrutar o momento, chorar as desilusões! Mas continuo sereno e a construir um percurso que se quer feliz (para mim, para ela, para todos nós)!

De mãos dadas...

De súbito, tudo mudou. Troquei os estudos pelo trabalho (estágio), Leiria por Porto de Mós. O regresso ao berço constitui nova oportunidade de crescimento e quero aproveitar, dentro da medida do possível, para adquirir rotinas de trabalho.

Entrar no ritmo é difícil, mas se quero voar mais alto, o melhor é começar já a bater as asas. Estou num meio complicado, mas onde tenho a oportunidade de aprender. Afinal, não é isso que conta? Aprender?

Continuo a questionar-me sobre a minha real vocação, todavia, sinto que me posso adaptar. A comunicação social tem algo a ver comigo. Se não tivesse, o mais certo era eu não ter chegado onde cheguei.

Após estes dois anos e meio de curso, consigo tirar uma conclusão muito simples. Consegui efectivamente desenvolver a minha capacidade comunicativa. Contudo, ganhei mais, muito mais! Os amigos que fiz, os sentimentos que nutri, marcaram-me profundamente. Sinto-me por isso, um ser humano melhor, à procura de novos desafios.

Challenge...

Na minha última posta de pescada falei em 'desafios'. Pois bem, nada na vida acontece sem uma razão óbvia. A Gargalhadas (curioso!) viu o post e, amigavelmente, lançou o desafio...

Consta que devo 'contar seis coisas aleatórias sobre a minha pessoa'...bom, vejamos o que preenche os meus pensamentos no preciso momento em que estou a escrever...

1 - Amante da liberdade. Posso não ter meios para fazer ou ter tudo o que desejo, mas não me tirem as asas para voar. A liberdade é um valor-chave e está intimamente ligada ao meu ser.

2 - Novas tecnologias. Perco-me completamente dentro de lojas como a «Voltem Sempre», o «Mercado dos Media», etc. As novas tecnologias são antes de mais, um instrumento de entretenimento. Por outro lado, são suportes de trabalho deveras úteis.

3 - Daqui a pouco mais de duas horas, o SL Benfica entra em pleno Estádio da Luz para defrontar o Rio Ave. Dentro de campo estarão duas paixões. A primeira é a razão pela qual as duas equipas se encontram ali, o futebol. A segunda, como já devem ter percebido (não, não sou de Vila do Conde), é o Sport Lisboa e Benfica. Na vitória e na derrota, sou benfiquista com muito orgulho, com muito amor.

4 - Aversão ao álcool (e demais tipos de drogas). Os que me conhecem saberão que nunca provei sequer uma gota de álcool. Pode parecer insano e compreendo o vosso ponto de vista, todavia esta é a minha filosofia de vida, da qual, diga-se de passagem, me orgulho.

5 - Correr (mas por favor, venham comigo). Todos temos 'metas' na nossa vida. A corrida dá-nos a táctica para alcançarmos os nossos sonhos. Nessa táctica, conceitos como «perseverança», «capacidade de sofrimento» ou «ambição» assumem importância salutar.

6 - Amar. Sou um ser que ama de forma constante. Nasci para amar e se há meta que me move nesta vida, essa meta é o amor. O amor terá aparecido uma vez e não me lembro de alguma vez ter sido tão feliz na minha vida. Fracassou a intenção de partilhar com aquela pessoa toda a força do meu ser, no entanto outras janelas se abriram. Hoje, estou sozinho, mas amar é, sinto-o de forma convicta, o meu destino.

Vivo.

Queridos amigos e resistentes leitores deste blogue, é com muito gosto que volto a escrever para mim, para vocês. Dois meses passaram desde a publicação do meu último post. Desde então, tenho-me debatido com os mais exigentes desafios. E, verdade seja dita, eu vivo para superar desafios. Um dia sem desafios equivale a um sol que se esconde por detrás de um «mar» de nuvens. Ou seja, o brilho está lá sem que o consigamos vislumbrar. Também eu tenho o meu brilho, todavia para que ele se revele, preciso de desafios, de metas, de dificuldades, de ser espicaçado.

Estou no meu último ano de faculdade e o semestre que agora termina foi algo trabalhoso. Felizmente, tudo correu de feição e é graças a essa eficácia que me encontro de férias. Segue-se o estágio onde tenho necessariamente de revelar qualidade. O mercado de trabalho é exigente, é cruel, é para os bons. Tudo o que desejo é fazer pela vida e vingar, seja na minha área (comunicação social), seja noutra. Aliás, de houver área que se revele mais entusiasmante não vejo problema em experimentar. Quero é aprender e julgo que a versatilidade parece um bom aliado nesse processo.

Enfim, temos que lutar contra o marasmo que se instalou nesta sociedade de banqueiros, economistas e desempregados. Como fazê-lo? Não me parece que saiba responder a tal questão, contudo amanhã o sol nascerá de novo e cabe a cada um de nós procurar soluções...quer no trabalho árduo, quer pelo instinto. Afinal, ainda não morremos, estamos bem vivos.

O mundo da corrida...


Quem corre sozinho, faz terapia; quem corre junto, faz amigos!

Nota: não é da minha autoria, mas que faz todo o sentido, faz.

Contas de cabeça...

A resposta que compete a mim pronunciar é simples. É 'não' pelo simples facto de não fazer qualquer sentido. Afinal, para fazer uma omoleta não basta um ovo. Da mesma forma que '1 + 0' nunca poderá dar '2'. Dito isto, tenho todo um percurso desafiante à minha frente. Arrepender-me (?) só do que não fiz.

Viajando...

P.S. subir estas escadas ajudou-me a perceber que pura e simplesmente...não me sais da cabeça. Nem eu quero!

Foto: Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, cidade de Lamego.

Arrivederci campeone...

P.S. não sei como já sinto saudade de um «ser» tão irrequieto e que rouba tudo ao tio, incluindo as pastias (pastilhas)...

Blogger Templates by Blog Forum